Vivi seis anos com um namorado soropositivo que nunca me contou o diagnóstico. A relação era tóxica, ciumenta e possessiva. Só mais tarde me aconselhou a fazer análises e, ao ver os medicamentos o retrovirais, temi estar infetada. Vivia em pânico! Fiz testes específicos de três em três meses durante anos, todos negativos, até perceber que a carga viral dele era muito baixa e não me infectava. Vinte anos depois construí família sem nunca ter contraído o vírus, e nunca contei nem fiz queixa.