Ontem, às 7h15 da manhã, enquanto o meu marido mastigava uma torrada de uma forma que considerei ofensiva, planeei o nosso divórcio. Senti que aquele som era a única coisa entre mim e um colapso nervoso.
Calculei a divisão dos bens, quem ficava com o cão e o que ia dizer aos miúdos.
Cinco minutos depois, ele trouxe-me café e eu voltei a amá-lo.