Só conheci o meu pai biológico aos 12 anos.
Após traumas com um padrasto, aos 18 já vivia sozinha, tendo abandonado os estudos (que terminei mais tarde) e alguns sonhos. Apesar de ter tido pouca sorte com os meus pais, hoje tenho uma família, amigos maravilhosos e um emprego que adoro. Refletindo, penso que talvez devesse procurar ajuda, mas a vida nunca me deixou triste - apenas decepcionada - e sigo feliz.